BRENDA ISIS
PSICÓLOGA CLÍNICA | CRP 08/37510
ATENDO COM TCC, DBT ETERAPIA DO ESQUEMA
UM ESPAÇO DE ESCUTA,CLAREZA E TRANSFORMAÇÃO
PRESENCIAL EONLINE
O sofrimento pode aparecer de formas diferentes. A leitura clínica procura compreender o que se repete, em quais contextos isso acontece e como essas respostas afetam a vida cotidiana.
Tensão persistente, excesso de preocupação, irritabilidade ou sensação de estar sempre em alerta.
Emoções intensas, impulsividade, dificuldade de regulação ou sensação de perder o eixo diante de conflitos.
Relacionamentos tóxicos, medo de rejeição ou abandono, culpa recorrente ou dificuldade em impor e sustentar limites.
Sensação de sobrecarga, desconexão, cansaço emocional ou dificuldade de encontrar direção.
Ansiedade
A ansiedade pode aparecer como preocupação persistente, tensão, irritabilidade, dificuldade de concentração ou sensação de estar sempre em alerta.
A psicoterapia busca compreender gatilhos, padrões de pensamento, respostas corporais e comportamentos que mantêm o ciclo ansioso.
Autoestima
Autoestima não é apenas gostar de si. Envolve reconhecer limites, recursos, necessidades, vulnerabilidades e modos de se posicionar diante das próprias escolhas.
O processo terapêutico pode ajudar a construir uma relação menos punitiva e mais realista consigo.
Autocobrança
A autocobrança pode sustentar produtividade, mas também pode produzir culpa, medo de falhar, comparação constante e dificuldade de reconhecer o próprio esforço.
A terapia investiga quais regras internas organizam esse funcionamento e como flexibilizá-las sem perder responsabilidade.
Humor instável
Mudanças de humor podem ter diferentes intensidades, durações e contextos. A leitura clínica considera recorrência, gatilhos, repercussões e capacidade de recuperação.
O objetivo é diferenciar experiências transitórias de padrões que exigem acompanhamento mais estruturado.
Relacionamentos
Medo de abandono, dificuldade de confiar, culpa, dependência, conflitos frequentes ou dificuldade de sustentar limites podem se repetir em diferentes vínculos.
A psicoterapia ajuda a reconhecer essas repetições e a construir respostas relacionais mais consistentes.
Desregulação emocional
A desregulação emocional pode aparecer como impulsividade, explosões, dificuldade de recuperação ou sensação de ser dominado pelas próprias emoções.
O trabalho pode incluir identificação de vulnerabilidades, tolerância ao mal-estar, regulação emocional e efetividade interpessoal.
Padrões repetitivos
Alguns sofrimentos se repetem em relações, escolhas, limites, autocobrança ou formas de lidar com vulnerabilidade.
A terapia procura compreender como esses padrões se formaram, em quais contextos aparecem e quais respostas podem ser construídas com mais liberdade.
Terapia Cognitivo-Comportamental
A Terapia Cognitivo-Comportamental é uma abordagem estruturada associada à tradição inaugurada por Aaron T. Beck.
O trabalho busca identificar padrões que mantêm sofrimento, ampliar repertórios de enfrentamento e construir mudanças possíveis a partir da realidade concreta da pessoa.
Terapia Comportamental Dialética
A DBT foi desenvolvida por Marsha Linehan a partir da tradição cognitivo-comportamental, com uma base filosófica dialética.
Ela oferece recursos para regulação emocional, tolerância ao mal-estar, atenção plena e efetividade interpessoal.
Terapia do Esquema
A Terapia do Esquema foi desenvolvida por Jeffrey Young como uma abordagem integrativa que amplia elementos da TCC.
Ela trabalha com esquemas, modos de enfrentamento e necessidades emocionais que podem influenciar a forma como a pessoa se percebe, se protege e se relaciona.
Entrevista inicial
A entrevista inicial organiza a demanda, a história do sofrimento, os recursos disponíveis e os objetivos possíveis para o processo terapêutico.
Quando necessário, podem ser utilizados instrumentos estruturados, questionários e inventários validados para complementar a avaliação clínica.
Reflexão clínica
A reflexão clínica relaciona padrões emocionais, comportamentais, cognitivos, corporais e contextuais.
Ela orienta o trabalho terapêutico e permanece aberta a revisões conforme novas informações aparecem ao longo do processo.
Plano terapêutico individualizado
O plano terapêutico organiza prioridades, metas e estratégias compatíveis com a realidade de cada pessoa.
A evolução é acompanhada ao longo do processo, permitindo ajustar intervenções e preservar o foco na construção de autonomia.
Hospital psiquiátrico e internação integral
A atuação em hospital psiquiátrico ampliou minha capacidade de reconhecer diferentes níveis de sofrimento e compreender quadros que exigem maior atenção clínica.
Essa experiência contribui para uma escuta mais cuidadosa, uma avaliação mais precisa e maior segurança na condução de situações complexas.
A internação integral exige observação clínica contínua, trabalho em equipe e compreensão das mudanças emocionais ao longo do tempo.
Esse contexto fortaleceu minha capacidade de acompanhar crises, avaliar riscos e reconhecer necessidades específicas de cada pessoa.
Hospital-dia
O hospital-dia permite acompanhar pessoas que precisam de um cuidado estruturado sem afastamento completo de sua rotina.
Esse modelo favorece o desenvolvimento de habilidades, a observação de padrões e a construção gradual de maior autonomia.
Consultório
No consultório, a escuta clínica se articula à construção de hipóteses, objetivos terapêuticos e estratégias ajustadas à realidade de cada pessoa.
O processo busca oferecer clareza, estrutura e continuidade, sem reduzir o cuidado a respostas prontas.
Grupos terapêuticos e formação
A experiência com grupos terapêuticos amplia a compreensão sobre relações, comunicação, regulação emocional e construção de repertórios.
A formação contínua sustenta uma prática atualizada, responsável e coerente com o compromisso de oferecer um cuidado tecnicamente consistente.
TDAH em adultos
Em adultos, o TDAH pode envolver dificuldades de organização, planejamento, manejo do tempo, impulsividade e regulação emocional.
O trabalho clínico considera a história de vida, os prejuízos funcionais, os recursos já desenvolvidos e os possíveis diagnósticos diferenciais.
TEA em adultos
A compreensão do autismo na vida adulta exige atenção à história do desenvolvimento, à comunicação, às relações, à sensorialidade e às estratégias de adaptação construídas ao longo do tempo.
O processo clínico deve evitar interpretações apressadas e considerar singularidades, sofrimento associado e necessidades concretas de suporte.
Transtornos do humor
Alterações de humor podem repercutir no sono, na energia, na motivação, na concentração, nas relações e na capacidade de manter atividades cotidianas.
A avaliação considera o curso ao longo do tempo e ajuda a diferenciar experiências transitórias de padrões que exigem acompanhamento estruturado.
Desregulação emocional
A desregulação emocional pode aparecer como intensidade afetiva, impulsividade, dificuldade de recuperação ou sensação de ser dominado pelas próprias emoções.
O trabalho pode incluir consciência emocional, tolerância ao mal-estar, regulação e desenvolvimento de formas mais efetivas de se relacionar.
Transtornos de personalidade
Padrões relacionados à autoimagem, às emoções, às relações e às formas de enfrentar dificuldades podem produzir sofrimento persistente.
A psicoterapia busca reconhecer esses padrões, compreender sua função e desenvolver respostas mais flexíveis e compatíveis com as necessidades atuais.
Casos complexos ou refratários
Alguns casos envolvem sintomas persistentes, crises, comorbidades, histórico de diferentes tratamentos ou repercussões importantes na vida cotidiana.
Nesses contextos, a condução exige formulação clínica cuidadosa, definição de prioridades e, quando necessário, articulação com outros profissionais.
Terapia Cognitivo-Comportamental
A Terapia Cognitivo-Comportamental, ou TCC, é uma abordagem psicológica estruturada associada à tradição inaugurada por Aaron T. Beck. Ela investiga relações entre pensamentos, emoções, comportamentos, corpo e contexto de vida.
O objetivo não é “pensar positivo”, nem substituir a escuta clínica por técnicas rápidas. O trabalho busca identificar padrões que mantêm sofrimento, ampliar repertórios de enfrentamento e construir mudanças possíveis a partir da realidade concreta da pessoa.
Terapia Cognitivo-Comportamental
A TCC segue os princípios da Prática Baseada em Evidências, também adotados na medicina moderna. Isso significa que o tratamento não se apoia em suposições, dogmas ou ideologias, mas em um método empírico, objetivo, testável e replicável por pesquisadores em diferentes contextos.
É uma das psicoterapias mais estudadas cientificamente, com resultados positivos no tratamento de quadros como depressão, Transtorno Obsessivo-Compulsivo, estresse pós-traumático e transtornos de ansiedade, incluindo ansiedade generalizada, pânico e ansiedade social, além de contribuir para o manejo de dificuldades associadas ao TDAH e ao TEA.
Terapia Comportamental Dialética
DBT é a sigla em inglês para Dialectical Behavior Therapy, traduzida como Terapia Comportamental Dialética. Foi desenvolvida por Marsha Linehan a partir da tradição cognitivo-comportamental, com uma base filosófica dialética.
Historicamente, a abordagem foi estruturada no atendimento de mulheres com sofrimento emocional intenso, comportamento suicida, automutilação, impulsividade, relações instáveis e dificuldades graves de regulação emocional. Com o tempo, sua aplicação foi ampliada para outros contextos clínicos.
Terapia Comportamental Dialética
Na DBT, dialética é um modo de compreender que duas coisas aparentemente opostas podem ser verdadeiras ao mesmo tempo. A pessoa pode estar sofrendo de forma legítima e, ainda assim, precisar mudar comportamentos que aumentam o sofrimento.
O terapeuta pode validar a experiência sem concordar com todas as respostas que surgem dela. Aceitação e mudança, vulnerabilidade e responsabilidade, dor real e possibilidade de ação não precisam ser tratados como polos incompatíveis. Essa lógica ajuda a sair do pensamento rígido, do “tudo ou nada”, e construir respostas mais flexíveis diante de emoções intensas.
Terapia do Esquema
A Terapia do Esquema foi desenvolvida por Jeffrey Young como uma abordagem integrativa que amplia elementos da TCC para compreender padrões emocionais e relacionais persistentes.
Ela trabalha com esquemas, modos de enfrentamento e necessidades emocionais que podem influenciar a forma como a pessoa se percebe, se protege e se relaciona. É especialmente útil quando o sofrimento não aparece apenas como sintoma isolado, mas como repetição de formas antigas de sentir, escolher e reagir.
Terapia do Esquema
Ela pode ajudar a nomear padrões que se repetem em relacionamentos, escolhas, autocobrança, medo de abandono, culpa, vergonha ou dificuldade de estabelecer limites. Ao reconhecer esses padrões, a terapia pode trabalhar não apenas sintomas isolados, mas modos recorrentes de funcionamento.
A pergunta deixa de ser somente “o que eu sinto agora?” e passa a incluir: “como aprendi a funcionar assim?”, “em que contextos isso aparece?” e “quais respostas podem ser construídas com mais liberdade?”.
Atendimento no Boa Vista
O consultório fica na Rua Holanda, 1509, no bairro Boa Vista, em Curitiba. O atendimento presencial ocorre mediante agendamento, em ambiente tranquilo, confortável e reservado.
Para facilitar o deslocamento, a localização pode ser aberta diretamente no Google Maps. As fotografias atualizadas do espaço e da fachada ficam disponíveis no Perfil da Empresa no Google.
Primeira sessão
A primeira sessão permite compreender a demanda, a história do sofrimento, os contextos em que as dificuldades aparecem e os objetivos que podem orientar a psicoterapia.
Esse encontro também serve para esclarecer dúvidas sobre o processo, avaliar necessidades clínicas e construir, de forma conjunta, uma direção inicial de trabalho. A formulação permanece aberta a revisões conforme novas informações surgem ao longo do acompanhamento.
Atendimento online
Sim. Brenda Isis realiza atendimento psicológico online para adultos e idosos, observando os critérios técnicos e éticos aplicáveis à psicoterapia nessa modalidade.
A indicação considera privacidade, condições de conexão, segurança e adequação clínica. Quando o atendimento presencial for mais apropriado, o consultório fica no Boa Vista, em Curitiba.